[Morning Call] Coronavírus, Feriados, Estados Unidos, Fluxo Cambial, Receita Tributária, Petróleo – EUA, FOMC – EUA e Zona do Euro

Feito para você pela Suno
 
 
21/05/2020
Feito para você pela Suno
 
"Se eu tivesse perguntado às pessoas o que elas queriam, elas teriam dito cavalos mais rápidos."
- Henry Ford
 
Gráfico do dia
 

O número global de mortes por COVID-19 continua diminuindo lentamente

 
O que aconteceu nas últimas 24 horas
 

Coronavírus
Um dia após ultrapassar a marca das mil mortes diárias pelo coronavírus, o Brasil alcançou mais um recorde, mas agora com o número de infectados.
  • De acordo com o balanço divulgado nesta quarta-feira (20/05), foram contabilizados 19.951 casos da doença e 888 óbitos.
  • Com a atualização, o país tem agora 291.579 casos confirmados da doença e 18.859 vítimas fatais.
  • Segundo a Universidade John Hopkins, o Brasil é o terceiro país com mais casos confirmados da doença no mundo, atrás dos EUA (1,55 milhão de casos) e Rússia (308 mil casos).

Banco Central
Nesta quarta-feira (20/05), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, comunicou que a autarquia tem espaço para a venda de reservas internacionais e, caso julgue necessário, pode aumentar a sua atuação no câmbio.
  • Campos Neto disse em uma live que, nos últimos dias, o BC tem aumentado o nível de intervenção por entender que o Brasil estava descolado de outros países emergentes.
  • Além disso, também reconheceu que o risco ligado ao Brasil subiu já que o país tem um espaço fiscal menor do que outros países que anunciaram grandes programas de enfrentamento à crise.
  • O presidente do BC ainda ponderou que prefere dar dinheiro para que todos no país consigam honrar os seus contratos (o que pioraria as contas públicas) do que um cenário de quebra indiscriminada de contratos.

Ibovespa
O principal índice da bolsa brasileira fechou esta quarta-feira (20/05) em alta de 0,71% cotado aos 81.319 pontos.
  • O movimento de alta foi impulsionado exteriormente com a reabertura de algumas economias e a retomada da demanda por commodities.
  • Com isso, o movimento acompanhou as bolsas americanas, que também anotaram mais um dia de alta.
  • O S&P 500 avançou 1,67%, o Nasdaq 2,08% e o Dow Jones 1,52%.

 
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O que você precisa saber hoje
 

Pedidos Iniciais por seguro-desemprego – Estados Unidos
O número de pedidos de seguro-desemprego será divulgado hoje.
  • O índice mede o número de pessoas que entraram com pedidos pela primeira vez na semana passada.
  • Uma leitura maior do que a esperada deve ser tomada como negativa para o dólar e uma medida menor do que a esperada é positiva para a moeda norte-americana.

Indústria - Estados Unidos
O índice de atividade industrial do Fed Filadélfia será liberado hoje.
  • Ele indica a saúde econômica vigente do setor manufatureiro do distrito de Filadélfia.

Venda de casas usadas – Estados Unidos
Será divulgado hoje o índice de vendas de casas usadas nos EUA.
Ele mede o número anualizado de edifícios residenciais que foram vendidos durante o mês anterior.
  • A força do mercado imobiliário dos EUA contribui para a economia como um todo.
  • Valores superiores aos esperados são considerados como positivos/altos para o USD.

Federal Reserve – Estados Unidos
O presidente do FED, Jerome Powell, fará um discurso hoje.
  • Como o FED (Banco Central americano) controla as taxas de juros no curto prazo, o discurso de Powell tem uma influência significativa sobre o valor do dólar.
 
Todos os dias, às 12:00 teremos o Giro do Mercado, falando sobre os principais destaques da manhã.

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Nenhuma crise é pra sempre.

A recuperação da crise atual será como a história nos conta?
Toro Investimentos

Bem-vindo ao quarto e-mail da nossa série sobre diferentes crises do passado. Caso tenha perdido o terceiro sobre a Crise do mercado imobiliário, acesse aqui.

Crises econômicas são coisas que vem e vão. De tempos em tempos temos uma e depois outra, mas o que também é muito regular é sua recuperação. Nenhuma crise é para sempre. Não foi em 1929, não foi durante a Segunda Guerra, não foi durante os Choques do Petróleo dos anos 70 nem na crise financeira de 2008. 

E na Bolsa, a história é quase sempre a mesma: inicialmente, os sinais não são claros. Parece que tudo corre bem até que algo inesperado acontece. Pode ser um conflito armado no Oriente Médio ou uma pandemia global. As pessoas começam a se preocupar, diminuem suas posições. Apenas ajustes. A Bolsa para de subir.

As informações vão se acumulando e parecem cada vez piores. Os investidores refazem seus cálculos, começam a se desfazer mais rápido de seus papéis e a Bolsa começa a cair. Começa a cair rápido. E mais rápido. O pânico do dinheiro indo embora se junta com a situação externa e parece que dessa vez não escaparemos. DESSA VEZ, não vai recuperar. Mas sempre escapamos e a Bolsa sempre se recupera. Foi assim em 1929, na Segunda Guerra, nos Choques do Petróleo e na Crise de 2008. E vai ser assim agora. 

A partir daí, o roteiro costuma ser também mais ou menos o mesmo: parece que não tem como piorar. As pessoas respiram fundo. Bem, se não tem como piorar, não há motivos pra vender. Alguns começam a enxergam oportunidades no meio de tanto barulho. A Bolsa para de cair. É, não está tudo perdido! 

Notícias positivas começam a surgir. Existe luz no fim do túnel. Os investidores lentamente vão se acalmando e comprando as ações que não tinham porquê caírem tanto. A Bolsa sobe. Lucros voltam a ocorrer e os investidores mais arrojados já estão a todo vapor. O pior fica para trás, mais e mais pessoas voltam a comprar. A Bolsa se recupera e segue seu trajeto natural: subir.

Vamos para algo mais concreto: os brasileiros viram o Ibovespa derreter quase 60% entre maio e novembro de 2008. Treze meses depois, no início de 2010, o mesmo Ibovespa havia subido incríveis 126% de seu pior momento e retomado os patamares pré-crise.

E agora? Bom, a Bolsa caiu quase 50% entre os fins de janeiro e março deste ano. Foi muito mais rápido, mas com o Coronavírus é assim mesmo: tudo muito rápido. Passado o que parece ter sido o pior momento dos ativos brasileiros, o Ibovespa já havia recuperado 20% em três semanas. Ainda estamos longe do 120 mil do início do ano, mas a história nos ensina que não há porque não retomarmos esse patamar no futuro.

Diversas ações também passam por esse processo. Peguemos Petrobras, por exemplo, suas ações preferenciais (PETR4) caíram 67% durante a crise de 2008 para depois subirem quase 150% em apenas 1 ano. Itaúsa, holding que controla o Itaú Unibanco, recuou 55%, mas durante os dois anos seguintes, avançou cerca de 240%!

A crise atual, o cenário tem sido muito parecido. Petrobras caiu 63% em pouco mais de dois meses, mas desde então, acumula alta de quase 65%. Itaúsa: depois de cair 46%, chegou a recuperar-se em mais de 25%. Ambos estão longe do patamar pré-crise e podem enfrentar muitos percalços no caminho, mas têm tudo para caminharem em direção a ele.

Isso mostra que o momento apresenta sim muitas oportunidades. Algumas, inclusive, já passaram! Veja o exemplo de Petrorio (PRIO3): as ações da empresa amargaram quase 80% de queda entre fevereiro e março. Mas, para quem as comprou perto das mínimas, conseguiu ganhos de quase 170% em apenas três semanas.

Por essa razão, tão importante quanto saber quais ações comprar, é preciso também identificar o momento mais oportuno para começar a investir. Na Toro, você conta com o nosso time de experts da Bolsa para selecionar as melhores empresas com potencial de valorização nesse instante. Acesse nosso relatório especial gratuito e veja os melhores setores para investir agora.
 

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