RES: Não esperava tantas respostas... Aqui está o link da minha aula

Você não precisa saber a direção da Bolsa para realizar esta operação vencedora
 
Fala, Portal Simbiose, tudo certo?

Você não imagina quantas pessoas responderam ao meu e-mail de domingo, solicitando a videoaula em que mostro como fazer operações de Long & Short.

Veja algumas das respostas que recebi:
Como falei antes, é uma operação simples, porém desconhecida até de investidores experientes... E que não exige saber a direção da Bolsa para que seja lucrativa.

Basta apenas que uma ação tenha melhor desempenho do que a outra, como explico no e-mail abaixo (é o mesmo que te enviei no domingo passado).

Honestamente, isso é relativamente simples desde que você siga à risca as orientações que envio diariamente por WhatsApp. Saiba como no botão abaixo:
Mas não esqueça de assistir minha aula: >> Aula de Long & Short <<

Espero você no WhatsApp!

Um abraço,

Raphael Figueredo

De:
Raphael Figueredo <eleven@elevenfinancial.com>
Enviada em: domingo, 10 de maio de 2020 19:04
Assunto: Você não precisa saber a direção da Bolsa para realizar esta operação vencedor



Olá.


Na última semana recomendei, por duas vezes, uma operação simples, porém desconhecida, que não exige saber a direção da Bolsa e mais ... Nas duas vezes o resultado foi um lucro de +9% em apenas dois dias.

Nem mesmo alguns investidores experientes, com quem eu conversei, conhecem essa operação.

A notícia ruim é que eu não posso garantir a repetição de um ganho de 9% em apenas dois dias com a próxima operação.

A boa notícia é que você pode ter acesso às minhas próximas recomendações e começar a executar esta operação ainda esta semana.

O melhor: você não precisa se preocupar em elaborar esta estratégia.

Vou enviar as recomendações de forma simples e objetiva, diretamente no seu WhatsApp.

É claro que nem todas as recomendações são lucrativas. No entanto, o risco é controlado e, repito, o sucesso final não depende que você saiba se a Bolsa vai subir ou cair.

Vou explicar a você agora.

Vamos lá?

São operações Long & Short, que consistem simplesmente em "acreditar" que uma ação vai ter uma performance melhor do que outra.

Imagine, por exemplo, que você acredite que a Magazine Luiza (MGLU3) terá desempenho melhor do que a Lojas Americanas (LAME4) durante a crise.

Você pode montar uma operação Long & Short na qual a única coisa que importa para que você ganhe dinheiro é que MGLU3 apresente melhor performance sobre LAME4.

Preste bastante atenção.

Isto é realmente importante.

As operações de Long & Short não visam a alta de uma ou outra ação.

No exemplo que acabei de dar a você, pode até ser que tanto as ações da Magazine Luiza, quanto das Lojas Americanas caiam durante a operação, basta apenas que Magalu caia menos ante Americanas.

Dá só uma olhada no lucro obtido com alguns dos Long & Shorts que eu recomendei nos últimos dias.

Operação Drunk Chicken: uma perspectiva de que as ações da BRF teriam melhor performance do que Ambev.

Aposto que você achou curioso o nome da operação. Nós nos divertimos com os nomes dados à maioria delas.

Foi assim que comemorei com o seleto grupo de investidores que recebe minhas recomendações diretamente por WhatsApp.

Lucro de +9,78% em apenas um dia.
Outra foi a operação Diagnóstico de Notre Dame, na qual acreditávamos que as ações da NotreDame Intermédica (GNDI3) performassem melhor do que as do Fleury (FLRY3).

Em apenas dois dias: + 8,74% de lucro.

Operação Pulp it up: com ganho de +8,99%.
É claro que eu não acerto todas, preciso ser honesto com você.

Mês passado, por exemplo, recomendei um Long & Short acreditando que as ações da Gerdau (GGBR4) iriam ter uma performance relativa melhor do que Suzano (SUZB3). A operação terminou com uma perda de 9,38%.

No entanto, como todas as operações recomendadas têm, desde o começo, um limite de perda preestabelecido, foi exatamente isso que foi atingido.

Acredito que em momentos de mercado tão incertos, como o atual, e com a volatilidade ainda elevada, as operações de Long & Short são extremamente adequadas.

Afinal, a direção que Bolsa vai apontar nunca foi tão incerta na história recente.

Isso aparece no noticiário diariamente.

Aliás, se você acompanha meu canal no YouTube, no Domingo Com Rafi ou no Morning Call, você já deve ter me ouvido dizer que o momento de mercado é absolutamente propício para operações de trading, como o Long & Short.

Não é de hoje que venho falando isto...

Tem muita gente esperando o cenário clarear para tomar uma decisão, mas espero que agora você entenda que não é necessário acertar a direção da Bolsa para realizar operações vencedoras.

No caso dos Long & Short, basta que uma ação vá melhor do que a outra, mesmo que isso signifique cair menos.

Você pode estar um pouco confuso sobre como faz para montar operações de Long & Short.

Isso é bem normal.

Até mesmo investidores com anos de mercado não conhecem este tipo de operação, como te contei lá no começo.

Tenho uma videoaula, que posso te enviar gratuitamente, com apenas uma hora de duração e que já foi assistida 16.963 vezes por pessoas que me contam diariamente que estão executando suas operações sozinhas.

Você tem uma hora para aprender a montar operações de Long & Short e não precisar saber a direção da Bolsa para realizar operações vencedoras?

Agora, se você quiser ter acesso direto ao meu WhatsApp e receber diretamente as próximas recomendações de operações Long & Short e muito e muito mais, basta acessar aqui.

Tchau!

Rafi

P.S.: Se você quiser, pode assistir ao Domingo com Rafi, hoje, às 21 horas, acessando este link: https://youtu.be/bAcmmKG3-NU

Se você tiver interesse, responda a este e-mail e terei o enorme prazer em te enviar a videoaula totalmente gratuita. Aliás, eu vou comentar a estratégia chave por trás de operações Long & Short hoje no Domingo com Rafi

 
 
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Já ouviu falar da crise do Mercado Imobiliário?

O dia em que o Mercado Imobiliário derrubou a economia mundial
Toro Investimentos

Bem-vindo ao terceiro e-mail da nossa série sobre diferentes crises do passado. Caso tenha perdido o primeiro sobre a Crise do Petróleo, acesse aqui.

Quando pensamos em crises financeiras, muita gente lembra da famosa crise de 1929. Mas muita gente também lembra da crise de 2008, afinal, mesmo que não tenha sido tão severa quando a Grande Depressão, está muito mais fresca na nossa memória.

Os caminhos que levaram ao colapso do sistema financeiro americano e, de quebra, da economia mundial, parecem muitas vezes confusos. Envolvem engenharias financeiras e derivativos complexos. Os pormenores não são importantes, mas de um modo geral tudo remonta ao mercado imobiliário americano.

Já ouviu aquela máxima de que investir em imóveis é super seguro? Que casas sempre sobem de preço? Na maior parte das vezes, isso de fato é verdade, mas isso não quer dizer que seja sempre verdade.

No início dos anos 2000, os Estados Unidos se recuperavam da bolha.com, resultado de um otimismo exacerbado com as novas empresas de internet que surgiam naquele momento, e do atentado de 11 de Setembro, que levou o País a duas guerras que perduraram por anos.

Para estimular a economia, o Federal Reserve (Banco Central americano) reduziu as taxas básicas de juros para que o dinheiro fluísse para a economia real e não ficasse parado no mercado de renda fixa de títulos americanos. A medida surtiu efeito e o País crescia consistentemente ano após ano. 

Dentre os setores que se beneficiaram desse cenário estava o imobiliário. Com juros mais baixos e mais gente interessada em colocar dinheiro nesse mercado, a concessão de financiamentos para compras de casas explodiu. O processo era fortalecido ainda pelas hipotecas, isto é, empréstimos cujos imóveis eram colocados como garantia. Se não fossem pagos, os credores podiam tomar as casas, vendê-las e se recuperar do prejuízo.

Com cada vez mais gente interessada no sonho da casa própria, o preço dos imóveis começou a subir. E conforme subiam, mais atrativas ficavam as hipotecas. Mesmo em situações de calote, os bancos podiam muitas vezes sair no lucro, dado que as casas que tomariam se valorizavam e podiam ser vendidas por um preço superior ao inicialmente financiado.

Mas nem tudo é para sempre. Conforme o processo avançava, corretores e instituições de crédito relaxavam mais e mais os requisitos para a concessão desses financiamentos, afinal, o calote já não era mais uma preocupação tão grande em virtude da valorização dos imóveis. Empréstimos de baixa qualidade (os famosos “subprime”) foram se multiplicando.

É claro que, com o tempo, várias dessas pessoas não conseguiam arcar com as parcelas da dívida e os calotes começaram a aumentar. Com muitas casas sendo postas à venda ao mesmo tempo, o valor dos imóveis começou a cair. A bolha estourou.

O mecanismo congelou. Aqueles que ainda tinham condições de pagar seus empréstimos se viam com um financiamento que excedia muito o valor atualizado de suas casas. Não fazia muito sentido continuar pagando. Os calotes explodiram e o valor dos imóveis despencou.

Esse clássico movimento de bolha de preços não é novo e a princípio não tinha nada de especial. Claro, o mercado imobiliário e as instituições financeiras diretamente ligadas a ele sofreriam um baque, mas nada muito sério para o resto da economia. O problema é que TODO o sistema financeiro estava diretamente ligado a eles.

Por ter se mostrado lucrativo e, por anos, baixíssimo risco, todo o tipo de instituições financeiras se acoplaram no mercado de hipotecas. Os bancos que concediam o financiamento passaram a empacotar esses empréstimos em títulos e os vendiam a fundos e bancos de investimento. Seguradoras emitiam seguros contra o calote desses títulos, reduzindo ainda mais o risco aparente dos mesmos. Investidores desenvolveram derivativos altamente alavancados para apostar na manutenção do ciclo virtuoso de valorização dos imóveis.

Quando o castelo de cartas caiu, caíram juntos todos esses atores. Empresas enormes como o banco Lehman Brothers e a seguradora AIG declararam falência. O crédito geral da economia congelou. Investidores dos mais variados viram seus ativos virarem pó de uma hora para outra. Empresas realizaram demissões em massa para ajustarem seus custos. 

Tamanha era a complexidade e a difusão dos instrumentos financeiros atrelados às hipotecas que era quase impossível saber o quanto cada um estava exposto àquele sistema. O S&P 500, principal índice da Bolsa de Nova York caiu mais de 50% entre outubro de 2007 e fevereiro de 2009

A crise não ficou restrita à economia americana. Conforme novas instituições e empresas iam entrando em dificuldades financeiras, o problema se espalhava para outros países. No Brasil, a economia passava por um momento de rápido crescimento, com o PIB avançando 6% em 2007 e 5% em 2008. No ano seguinte, houve contração de 0,2%.O Ibovespa recuou quase 60% em menos de 4 meses.

Foi com o trauma de 29 em mente que a ao redor do mundo a solução se tornou clara: salvar bancos e grandes empresas para impedir que o colapso se agravasse. O Fed e demais bancos centrais compraram ativos tóxicos, emprestaram dinheiro a baixo custo, estatizaram empresas e reduziram novamente os juros (que haviam subido ao longo da década).

Conseguiram evitar o pior. A economia retomou o crescimento nos anos seguintes, o que se refletiu no mercado de ações. Nos EUA, o S&P 500 subiu quase ininterruptamente por 10 anos, levando a uma valorização de 260% no período. No Brasil, o Ibovespa subiu 130% até o início de 2010, retomando o patamar pré-crise.

Vê alguma semelhança com o momento que estamos vivendo hoje? Quer saber quais os setores e empresas menos e mais impactados pela crise atual? Acesse agora nosso relatório gratuito!

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Toro Investimentos


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